A Popai fez uma pesquisa, publicada na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, entrevistando 1.949 pessoas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre sobre a compra de material de construção.
A pesquisa mostrou que 71% das pessoas escolhem o que vão comprar quando estão dentro da loja de material de construção, este índice é de 56% entre os profissionais da área.
Antes de entrarem na loja apenas 29% dos consumidores já tinha definido em suas mentes a marca do produto a ser comprado, índice que vai a 43% entre os profissionais.
Os homens são 63% dos consumidores, entre os profissionais o predomínio masculino é ainda maior, 94%. A idade média do comprador é 40 anos. O valor médio gasto na compra é de R$110 e 2 entre cada 3 compras são pagas com dinheiro.
O auxílio do vendedor é solicitado em 69% dos casos, 33% preferem o atendimento do especialista do setor na hora da compra.
A localização da loja é o motivo de 57% dos entrevistados da escolha sobre qual loja entrar para fazer suas compras de material de construção, os preços praticados são responsáveis por 48% dos motivos de compra e 38% avaliam a variedade dos produtos existentes na loja na hora escolher qual fazer suas compras.
A estratégia de marketing para as lojas de material de construção deve buscar atrair o consumidor para o seu estabelecimento, mostrar que a sua loja é a melhor opção, de fácil acesso. Depois de conseguir o cliente dentro da loja, é hora do bom atendimento do vendedor para que a venda seja efetuada e que esse consumidor volte à loja todas as vezes que estiver pensando em comprar material de construção.
Imagem: http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:pc_3-uXLmPcuCM:http://www.cchla.ufpb.br/ccs/img/construcao.gif
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A compra do material de construção
Marcadores:
Consumidor,
Marketing,
Rio de Janeiro,
Rio Grande do Sul,
São Paulo
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O jogo da sedução, o quanto deve ser mostrado
Cientistas da Universidade de Leeds, na Inglaterra, descobriram o número certo sobre o quanto a mulher deve mostrar do seu corpo para seduzir o público masculino.
As 4 cientistas responsáveis pelo estudo foram a uma das maiores boates da cidade e registraram o que as mulheres estavam usando e as vezes que eram abordadas.
O número mágico é 40%. As mulheres que mostraram 40% de seu corpo foram 2 vezes mais abordadas que aquelas que estavam totalmente vestidas, e foram mais vezes abordadas até mesmo por que aquelas que deixaram mais partes do corpo à mostra.
Humm, e como é deixar 40% do corpo à mostra?
O estudo considerou que cada braço representa 10%, cada perna 15% e o torso 50% do corpo feminino.
40% significa deixar 2 pernas e 1 braço a mostra, ou ainda os 2 braços e as 2 pernas com meia soquete até o joelho.
E no Brasil, qual seria o número mágico?
A Inglaterra é um país com clima mais frio que o nosso, por isso é comum as pessoas, homens e mulheres, usarem mais roupas do que no Brasil, que tem o clima mais quente. Se a mesma pesquisa fosse feita por aqui acredito que o número ideal da sedução seria diferente. O que vocês acham?
Imagem: http://www.dreamstime.com/stock-photo-woman-rimagefree282387-resi1711212
As 4 cientistas responsáveis pelo estudo foram a uma das maiores boates da cidade e registraram o que as mulheres estavam usando e as vezes que eram abordadas.
O número mágico é 40%. As mulheres que mostraram 40% de seu corpo foram 2 vezes mais abordadas que aquelas que estavam totalmente vestidas, e foram mais vezes abordadas até mesmo por que aquelas que deixaram mais partes do corpo à mostra.
Humm, e como é deixar 40% do corpo à mostra?
O estudo considerou que cada braço representa 10%, cada perna 15% e o torso 50% do corpo feminino.
40% significa deixar 2 pernas e 1 braço a mostra, ou ainda os 2 braços e as 2 pernas com meia soquete até o joelho.
E no Brasil, qual seria o número mágico?
A Inglaterra é um país com clima mais frio que o nosso, por isso é comum as pessoas, homens e mulheres, usarem mais roupas do que no Brasil, que tem o clima mais quente. Se a mesma pesquisa fosse feita por aqui acredito que o número ideal da sedução seria diferente. O que vocês acham?
Imagem: http://www.dreamstime.com/stock-photo-woman-rimagefree282387-resi1711212
Marcadores:
Comportamento,
Grã-Bretanha,
Sociedade
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
A maior cidade do mundo
Qual cidade é a maior do mundo?
No City Mayor tem rankings sobre as maiores cidades do mundo, sob diferentes parâmetros.
A maior cidade do mundo, em tamanho, é New York e região metropolitana, com 8.683km² de área. Em população, Tóquio/ Yokohama é a 1ª, com 33,2 milhões de habitantes, e Mumbai na Índia é a que tem maior densidade populacional, com 29.650 pessoas por km², o que dá 33,7 m² para cada morador de Mumbai.
A cidade com maior PIB é Tóquio, com U$1,191 bilhões (dados de 2005), mas Copenhague, na Dinamarca é a cidade cujos habitantes têm o maior rendimento bruto, mas Zurique, na Suiça é onde seus habitantes têm o maior poder de compra. Oslo, na Noruega, é a cidade mais cara do mundo.
Viena, capital da Áustria, é a melhor cidade para se viver, pois oferece a melhor qualidade de vida do mundo, Cingapura é a que oferece a melhor infra-instrutura para seus habitantes.
Como o Brasil está nesses rankings?
São Paulo é a cidade brasileira que primeiro aparece. Com 1.968 km² é a 30ª maior cidade em tamanho, com 17,8 milhões de habitantes é a 3ª em população, com 9 mil habitantes por km² é a 25ª em densidade populacional, 111,11 m² para cada paulistano.
O PIB de São Paulo, de U$225 bilhões (dados de 2005), coloca a cidade na 19ª posição no ranking das cidades mais ricas do mundo. É a 42ª cidade mais cara, a 46ª no rendimento bruto dos habitantes e a 45ª no poder de compra dos seus cidadãos.
Há várias “maior cidade do mundo”, diversos indicadores podem informar qual a melhor cidade do mundo para se viver. A cidade é onde vivemos, se ela não está “ranqueada” em nenhum dos índices analisados no texto, não temos que reclamar por isso, mas fazer com que o lugar que moramos seja o melhor para nós, que a cidade que moramos seja a melhor do mundo para nós, temos que nos esforçar para que a nossa casa seja a melhor do mundo para nós. Lar doce lar, é tudo que precisamos, depende de nós para que isso seja verdade.
Imagens: http://www.big-cities.org/big-cities.jpg
http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/marlucistein.spaceblog.com.br/images/gd/1182172942/Lar-doce-Lar.jpg
No City Mayor tem rankings sobre as maiores cidades do mundo, sob diferentes parâmetros.
A maior cidade do mundo, em tamanho, é New York e região metropolitana, com 8.683km² de área. Em população, Tóquio/ Yokohama é a 1ª, com 33,2 milhões de habitantes, e Mumbai na Índia é a que tem maior densidade populacional, com 29.650 pessoas por km², o que dá 33,7 m² para cada morador de Mumbai.
A cidade com maior PIB é Tóquio, com U$1,191 bilhões (dados de 2005), mas Copenhague, na Dinamarca é a cidade cujos habitantes têm o maior rendimento bruto, mas Zurique, na Suiça é onde seus habitantes têm o maior poder de compra. Oslo, na Noruega, é a cidade mais cara do mundo.
Viena, capital da Áustria, é a melhor cidade para se viver, pois oferece a melhor qualidade de vida do mundo, Cingapura é a que oferece a melhor infra-instrutura para seus habitantes.
Como o Brasil está nesses rankings?
São Paulo é a cidade brasileira que primeiro aparece. Com 1.968 km² é a 30ª maior cidade em tamanho, com 17,8 milhões de habitantes é a 3ª em população, com 9 mil habitantes por km² é a 25ª em densidade populacional, 111,11 m² para cada paulistano.
O PIB de São Paulo, de U$225 bilhões (dados de 2005), coloca a cidade na 19ª posição no ranking das cidades mais ricas do mundo. É a 42ª cidade mais cara, a 46ª no rendimento bruto dos habitantes e a 45ª no poder de compra dos seus cidadãos.
Há várias “maior cidade do mundo”, diversos indicadores podem informar qual a melhor cidade do mundo para se viver. A cidade é onde vivemos, se ela não está “ranqueada” em nenhum dos índices analisados no texto, não temos que reclamar por isso, mas fazer com que o lugar que moramos seja o melhor para nós, que a cidade que moramos seja a melhor do mundo para nós, temos que nos esforçar para que a nossa casa seja a melhor do mundo para nós. Lar doce lar, é tudo que precisamos, depende de nós para que isso seja verdade.
Imagens: http://www.big-cities.org/big-cities.jpg
http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/marlucistein.spaceblog.com.br/images/gd/1182172942/Lar-doce-Lar.jpg
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O fumante brasileiro
O INCA (Instituto Nacional do Câncer), em parceria com o IBGE, pesquisou 51 mil pessoas em 851 municípios brasileiros para traçar o perfil do tabagismo no país. Esta pesquisa faz parte de um estudo capitaneado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que considera o tabagismo um fator de risco á vida.
Para esta pesquisa foi considerado o cidadão brasileiro com mais de 15 anos de idade, como adulto e tendo livre arbítrio para decidir fumar, ou não.
Os fumantes brasileiros são 17,5% da população adulta do país, as mulheres são minoria, 13,3%, enquanto 22% dos homens brasileiros são fumantes. A região Sul é a que tem maior porcentagem de fumantes na população, 19%, enquanto os homens nordestinos são os maiores fumantes regionais, com 23,7%, e as mulheres sulistas as maiores fumantes regionais, com 15,9%. Os fumantes nas áreas rurais são 20,4% de seus moradores, índice que é de 16,6% na área urbana. Há um percentual de 0,4% de usuários de tabaco não fumado no país.
Fumam todo dia 15,1% dos brasileiros, ocasionalmente 2,1%. Já fumaram alguma vez na vida 18,2%, enquanto 64,7% da população jamais fumaram. Reparem que a porcentagem de ex-fumantes é maior que a de fumantes.
Entre as pessoas com 1 ano ou menos de estudo 25,7% são fumantes, percentual que vai diminuindo a medida que os anos de estudo aumentam, chegando a 11,9% entre os que tem mais de 11 anos de estudo. Entre a população com rendimento de ¼ do salário mínimo por morador 19,9% são fumantes, essa porcentagem vai diminuindo até chegar nos 13,5% entre os que têm rendimento superior a 2 salários mínimos por morador da casa. Quanto menos anos de estudo e menos dinheiro maior a presença do tabaco.
Acordam e fumam seu primeiro cigarro nos 5 primeiros minutos do dia 21% dos fumantes, enquanto apenas 15,6% dos fumantes esperam a primeira hora para dar sua primeira tragada do dia.
Entre os ex-fumantes, 7,9% largaram o cigarro um ano antes da pesquisa ser feita, mas 57,3% já pararam de fumar há mais de 10 anos.
A intenção em parar de fumar está nos planos de 52,1% dos fumantes, sendo que 18,7% têm planos de cortar o cigarro nos próximos 12 meses. A advertência médica para que o fumante pare de fumar foi feita a 57,1% dos casos. Como a intenção de para de fumar alcança 52,1% dos casos, é sinal que nem todos respeitam e obedecem às advertências médicas.
A porcentagem de pessoas expostas à fumaça do cigarro no ambiente de trabalho no Brasil é de 24,4%, em casa 27,9% e em restaurantes 9,9%. 93% dos fumantes sabem que o tabaco pode levar a doenças graves, 90,6% que causa câncer de pulmão, 81,5% ataques cardíacos e 70,1% sabem que o tabaco pode ocasionar derrames.
Esta pesquisa do INCA mostra que o fumante brasileiro sabe dos malefícios que o tabaco pode causar na sua saúde, as leis anti-fumo que estão sendo aprovadas no Brasil inteiro protegem os não fumantes dos males que a fumaça do cigarro causa.
Imagem: http://www.dreamstime.com/stock-images-cigarette-with-exclamation-mark-rimagefree3964041-resi1711212
Para esta pesquisa foi considerado o cidadão brasileiro com mais de 15 anos de idade, como adulto e tendo livre arbítrio para decidir fumar, ou não.
Os fumantes brasileiros são 17,5% da população adulta do país, as mulheres são minoria, 13,3%, enquanto 22% dos homens brasileiros são fumantes. A região Sul é a que tem maior porcentagem de fumantes na população, 19%, enquanto os homens nordestinos são os maiores fumantes regionais, com 23,7%, e as mulheres sulistas as maiores fumantes regionais, com 15,9%. Os fumantes nas áreas rurais são 20,4% de seus moradores, índice que é de 16,6% na área urbana. Há um percentual de 0,4% de usuários de tabaco não fumado no país.
Fumam todo dia 15,1% dos brasileiros, ocasionalmente 2,1%. Já fumaram alguma vez na vida 18,2%, enquanto 64,7% da população jamais fumaram. Reparem que a porcentagem de ex-fumantes é maior que a de fumantes.
Entre as pessoas com 1 ano ou menos de estudo 25,7% são fumantes, percentual que vai diminuindo a medida que os anos de estudo aumentam, chegando a 11,9% entre os que tem mais de 11 anos de estudo. Entre a população com rendimento de ¼ do salário mínimo por morador 19,9% são fumantes, essa porcentagem vai diminuindo até chegar nos 13,5% entre os que têm rendimento superior a 2 salários mínimos por morador da casa. Quanto menos anos de estudo e menos dinheiro maior a presença do tabaco.
Acordam e fumam seu primeiro cigarro nos 5 primeiros minutos do dia 21% dos fumantes, enquanto apenas 15,6% dos fumantes esperam a primeira hora para dar sua primeira tragada do dia.
Entre os ex-fumantes, 7,9% largaram o cigarro um ano antes da pesquisa ser feita, mas 57,3% já pararam de fumar há mais de 10 anos.
A intenção em parar de fumar está nos planos de 52,1% dos fumantes, sendo que 18,7% têm planos de cortar o cigarro nos próximos 12 meses. A advertência médica para que o fumante pare de fumar foi feita a 57,1% dos casos. Como a intenção de para de fumar alcança 52,1% dos casos, é sinal que nem todos respeitam e obedecem às advertências médicas.
A porcentagem de pessoas expostas à fumaça do cigarro no ambiente de trabalho no Brasil é de 24,4%, em casa 27,9% e em restaurantes 9,9%. 93% dos fumantes sabem que o tabaco pode levar a doenças graves, 90,6% que causa câncer de pulmão, 81,5% ataques cardíacos e 70,1% sabem que o tabaco pode ocasionar derrames.
Esta pesquisa do INCA mostra que o fumante brasileiro sabe dos malefícios que o tabaco pode causar na sua saúde, as leis anti-fumo que estão sendo aprovadas no Brasil inteiro protegem os não fumantes dos males que a fumaça do cigarro causa.
Imagem: http://www.dreamstime.com/stock-images-cigarette-with-exclamation-mark-rimagefree3964041-resi1711212
Marcadores:
Brasil,
IBGE,
Lei anti-fumo,
Saúde,
Sociedade
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O mau humor do chefe é prejudicial à saúde
Dias atrás escrevi nesse blog que o rabugento, o mau humorado, era mais produtivo no trabalho que aquela pessoa que vivia sorrindo, de bom humor. Mas se o chefe for mau humorado, os funcionários é que saem perdendo.
Pesquisa feita pela Universidade de Estocolmo, na Suécia, com 20 mil trabalhadores de idades entre 20 e 60 anos, que trabalham na Finlândia, Suécia, Alemanha, Polônia e Itália concluiu que o mau chefe é prejudicial à saúde dos seus comandados. O risco de sofrer um ataque cardíaco é 25% maior entre aquelas pessoas que tem um chefe rigoroso demais, injusto e desmotivador.
A explicação para isso é que a reação que o chefe mau humorado provoca no funcionário deixa ele desmotivado, dorme mal, não se alimenta direito, fuma e bebe mais, aumentando o risco de sofrer ataque cardíaco.
O cargo de chefia deve ser exercido por pessoas que saibam motivar e liderar uma equipe para poder atingir o melhor rendimento possível, e o mau humor vai exatamente no caminho oposto da boa liderança. Não é necessário que o chefe esteja todo o tempo distribuindo sorrisos, beijos e abraços a todos, mas a rabugice atrapalha e incomoda, não apenas no trabalho, mas, como essa pesquisa concluiu, até na qualidade de vida dos trabalhadores.
Imagem: http://souddd.files.wordpress.com/2007/08/chefe.gif
Pesquisa feita pela Universidade de Estocolmo, na Suécia, com 20 mil trabalhadores de idades entre 20 e 60 anos, que trabalham na Finlândia, Suécia, Alemanha, Polônia e Itália concluiu que o mau chefe é prejudicial à saúde dos seus comandados. O risco de sofrer um ataque cardíaco é 25% maior entre aquelas pessoas que tem um chefe rigoroso demais, injusto e desmotivador.
A explicação para isso é que a reação que o chefe mau humorado provoca no funcionário deixa ele desmotivado, dorme mal, não se alimenta direito, fuma e bebe mais, aumentando o risco de sofrer ataque cardíaco.
O cargo de chefia deve ser exercido por pessoas que saibam motivar e liderar uma equipe para poder atingir o melhor rendimento possível, e o mau humor vai exatamente no caminho oposto da boa liderança. Não é necessário que o chefe esteja todo o tempo distribuindo sorrisos, beijos e abraços a todos, mas a rabugice atrapalha e incomoda, não apenas no trabalho, mas, como essa pesquisa concluiu, até na qualidade de vida dos trabalhadores.
Imagem: http://souddd.files.wordpress.com/2007/08/chefe.gif
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
O Teste Cego de Cerveja
O Teste Cego é uma maneira de mostrar o conhecimento sobre o gosto e sabor de algum produto. A pessoa experimenta o mesmo tipo de produto, mas de marcas diferentes, com os olhos vendados e escolhe qual gosta mais.
O Instituto Datafolha fez um Teste Cego com 2560 pessoas durante os dias 2 e 15 de outubro de 2009 em 9 capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus.

Antes de realizar o Teste Cego foram feitas algumas perguntas sobre cervejas. Entre as cervejas que os entrevistados têm o costume de tomar, as 3 principais foram a Skol, onde 69% tomam, Brahma com 48% e Antarctica com 32%, ou seja, as pessoas costumam tomar mais de uma marca de cerveja, já que a porcentagem de respostas ultrapassou os 100%.
Nas prateleiras dos supermercados a cerveja mais vendida é a Skol, seguida pela Brahma e pela Antarctica, mesma ordem de preferência verificada na pesquisa do Datafolha.
No Teste Cego eram oferecidos 2 copos de cervejas, de diferentes marcas, para o entrevistado, que ainda vendado apontava qual dos copos tinha a melhor cerveja. A cada nova entrevista (ou Teste Cego) eram oferecidas 2 cervejas diferentes, para que ao final do levantamento cada produto tivesse sido mostrado e experimentado pelo mesmo número de pessoas, e cada cerveja avaliada fosse comparada com todas as outras 4 da pesquisa na mesma proporção.
O resultado foi um empate técnico, a Kaiser teve 20,1% de pessoas que a escolheram como melhor cerveja, a Skol teve 19,8%, a Brahma 19,7%, a Antártica 19,4%, a Nova Schin 18,6% e 2,5% afirmaram que as duas cervejas que experimentaram tinham o mesmo gosto.
O resultado mostra que a melhor cerveja é a gelada, já que foi difícil distinguir o gosto de cada uma das cervejas experimentadas. Como o gosto das cervejas é muito parecido, a diferença no mercado é o resultado do marketing e da logística que está por trás de cada marca. Para se ganhar mercado nessa área o investimento não precisa ser na receita da cerveja, mas sim na forma como vai chegar às mãos do consumidor.
No MKTMais há uma análise interessante sobre essa pesquisa e faz comparações com um dos mais tradicionais e históricos Testes Cegos feitos nos Estados Unidos na década de 70.
Como hoje é sexta-feira, vamos brindar com uma cerveja, é saudável!
Tenham um ótimo fim de semana!
Imagem: http://www.dreamstime.com/free-stock-image-beer-rimagefree3639257-resi1711212
http://www.alcoolatrasnaoanonimos.blogger.com.br/Cerveja-III.jpg
O Instituto Datafolha fez um Teste Cego com 2560 pessoas durante os dias 2 e 15 de outubro de 2009 em 9 capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus.

Antes de realizar o Teste Cego foram feitas algumas perguntas sobre cervejas. Entre as cervejas que os entrevistados têm o costume de tomar, as 3 principais foram a Skol, onde 69% tomam, Brahma com 48% e Antarctica com 32%, ou seja, as pessoas costumam tomar mais de uma marca de cerveja, já que a porcentagem de respostas ultrapassou os 100%.
Nas prateleiras dos supermercados a cerveja mais vendida é a Skol, seguida pela Brahma e pela Antarctica, mesma ordem de preferência verificada na pesquisa do Datafolha.
No Teste Cego eram oferecidos 2 copos de cervejas, de diferentes marcas, para o entrevistado, que ainda vendado apontava qual dos copos tinha a melhor cerveja. A cada nova entrevista (ou Teste Cego) eram oferecidas 2 cervejas diferentes, para que ao final do levantamento cada produto tivesse sido mostrado e experimentado pelo mesmo número de pessoas, e cada cerveja avaliada fosse comparada com todas as outras 4 da pesquisa na mesma proporção.
O resultado foi um empate técnico, a Kaiser teve 20,1% de pessoas que a escolheram como melhor cerveja, a Skol teve 19,8%, a Brahma 19,7%, a Antártica 19,4%, a Nova Schin 18,6% e 2,5% afirmaram que as duas cervejas que experimentaram tinham o mesmo gosto.
O resultado mostra que a melhor cerveja é a gelada, já que foi difícil distinguir o gosto de cada uma das cervejas experimentadas. Como o gosto das cervejas é muito parecido, a diferença no mercado é o resultado do marketing e da logística que está por trás de cada marca. Para se ganhar mercado nessa área o investimento não precisa ser na receita da cerveja, mas sim na forma como vai chegar às mãos do consumidor.
No MKTMais há uma análise interessante sobre essa pesquisa e faz comparações com um dos mais tradicionais e históricos Testes Cegos feitos nos Estados Unidos na década de 70.
Como hoje é sexta-feira, vamos brindar com uma cerveja, é saudável!
Tenham um ótimo fim de semana!
Imagem: http://www.dreamstime.com/free-stock-image-beer-rimagefree3639257-resi1711212
http://www.alcoolatrasnaoanonimos.blogger.com.br/Cerveja-III.jpg
Marcadores:
Alimentação,
Brasil,
Consumidor,
Datafolha,
Marketing,
MKTmais
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A compra da cueca
A loja de departamentos britânica Debenhams fez uma pesquisa sobre a compra de cuecas naquele país.
O homem compra as suas próprias cuecas com 23 anos de idade, e até chegar aos 33 anos a tendência de comprar suas roupas de baixo vai diminuindo até chegar a zero. Volta a aumentar entre os 38 e 40 anos, e chega novamente a zero aos 44 anos, que é a última idade em que os homens são os responsáveis pela compra de suas cuecas, depois dessa fase a responsabilidade de compra passa a ser da esposa ou da filha.
As idades em que o homem compra as suas próprias cuecas coincidem com as idades em que os homens iniciam relacionamentos amorosos. Pelo menos na Grã-Bretanha aos 23 anos é a idade em que os homens estão mais ativos, com 33 estão em um relacionamento estável, que pode terminar quando chega aos 38-40 anos, quando retomam a responsabilidade de compra da cueca e busca de um novo relacionamento, e aos 44 anos o britânico embarca em um novo relacionamento estável e encerra de vez suas funções de comprar as próprias cuecas.
A mulher pode perguntar para o homem que a convida para sair se é ele quem compra as próprias cuecas (perguntinha indiscreta né), se a resposta for afirmativa é sinal que o homem está querendo impressionar. Se o homem está comprando suas próprias cuecas é sinal que está bem intencionado, está buscando uma companheira para relacionamento.
E no Brasil, como é a compra da cueca?
Ainda não vi pesquisas a esse respeito.
Imagem: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:w8OFBlkvQR1f9M:http://www.sciarts.org.br/textos/images/anunciozorba.jpg
O homem compra as suas próprias cuecas com 23 anos de idade, e até chegar aos 33 anos a tendência de comprar suas roupas de baixo vai diminuindo até chegar a zero. Volta a aumentar entre os 38 e 40 anos, e chega novamente a zero aos 44 anos, que é a última idade em que os homens são os responsáveis pela compra de suas cuecas, depois dessa fase a responsabilidade de compra passa a ser da esposa ou da filha.
As idades em que o homem compra as suas próprias cuecas coincidem com as idades em que os homens iniciam relacionamentos amorosos. Pelo menos na Grã-Bretanha aos 23 anos é a idade em que os homens estão mais ativos, com 33 estão em um relacionamento estável, que pode terminar quando chega aos 38-40 anos, quando retomam a responsabilidade de compra da cueca e busca de um novo relacionamento, e aos 44 anos o britânico embarca em um novo relacionamento estável e encerra de vez suas funções de comprar as próprias cuecas.
A mulher pode perguntar para o homem que a convida para sair se é ele quem compra as próprias cuecas (perguntinha indiscreta né), se a resposta for afirmativa é sinal que o homem está querendo impressionar. Se o homem está comprando suas próprias cuecas é sinal que está bem intencionado, está buscando uma companheira para relacionamento.
E no Brasil, como é a compra da cueca?
Ainda não vi pesquisas a esse respeito.
Imagem: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:w8OFBlkvQR1f9M:http://www.sciarts.org.br/textos/images/anunciozorba.jpg
Marcadores:
Comportamento,
Consumidor,
Grã-Bretanha,
Sociedade
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Eleições 2010 - Pesquisa CNT/Sensus de novembro/2009
O Instituto Sensus divulgou uma pesquisa sobre as eleições presidenciais no Brasil em 2010, onde foram entrevistados 2000 eleitores brasileiros em 24 estados durante os dias 16 e 20 de novembro.
Comentamos nesse blog a última pesquisa realizada sobre esse tema por esse instituto, em parceria com a CNT (Confederação Nacional do Transporte).
Nas simulações apresentadas pela pesquisa de setembro, José Serra atingia o máximo de 42,2%, Dilma Roussef 25,5%, Aécio Neves 19,5%, Heloisa Helena chega a 18%, Ciro Gomes a 12%, Marina Silva a 11,2%.
Agora, na pesquisa divulgada essa semana, José Serra atinge o máximo de 40,5%, Dilma Roussef 27,5%, Ciro Gomes 25%, Aécio Neves 20,7% e Marina Silva 10,4%. Considerando a margem de erro da pesquisa de 3%, o único dos postulantes ao cargo de Presidente da República que teve crescimento nas intenções de voto foi Ciro Gomes, já comentado nesse blog na pesquisa feita pelo IBOPE em parceria com a CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Essa pesquisa trouxe novas informações, que ainda não havia aparecido nos outros levantamentos feitos sobre as eleições do ano que vem.
Um deles é a transferência de votos do Presidente Lula, onde 51,7% afirmaram votar em um candidato que recebesse o seu apoio. Com esse percentual o candidato já venceria a eleição no 1º turno, mas ainda não está acontecendo com a candidatura que deve receber o apoio presidencial, de Dilma Roussef, que alcança o máximo de 27,5% das intenções de voto. É de 49,3% o índice de eleitores que não votariam no candidato que tivesse o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Outra informação interessante é a colocação das candidaturas a presidente e vice-presidente sendo apresentadas nas simulações. Na simulação onde aparecem apenas os nomes dos candidatos a presidente, José Serra obtém 31,8% das intenções de voto, Dilma Roussef 21,7%, Ciro Gomes 17,5%, Marina Silva 5,9% e há 23,1% de indecisos. Agora colocando José Serra e Aécio Neves como seu candidato a vice-presidente, a intenção de voto nesta chapa vai a 35,8%, Dilma Roussef e Michel Temer a 23,9%, Ciro Gomes e Carlos Lupi a 16,1% e Marina Silva com o vice Guilherme Leal chegam a 5,2%, os indecisos caem para 19%.
Vamos analisar a simulação com esses candidatos, considerando apenas os votos válidos, retirando os indecisos da conta. José Serra obtém 41,3%, José Serra/Aécio Neves 44,2%; Dilma Roussef chega a 28,2%, Dilma Roussef/Michel Temer a 29,5%; Ciro Gomes tem 22,7%, Ciro Gomes/Carlos Lupi 19,9% e Marina Silva 7,7%, Marina/Guilherme chegam a 6,4%.
Conclusões desta pesquisa:
• Ciro Gomes é o único dos candidatos que realmente teve crescimento nas intenções de voto, ao compararmos com a pesquisa anterior do mesmo instituto, apesar deste crescimento já ter surgido em outros levantamentos.
• O Presidente Lula é o melhor cabo eleitoral nessa eleição, mas Dilma Roussef ainda não transforma esse apoio em intenções de voto para sua candidatura.
• A chapa completa, presidente com seu respectivo e possível candidato a vice-presidente, diminui o número de indecisos e agrega votos às candidaturas José Serra e Dilma Roussef, e diminui os votos nas candidaturas Ciro Gomes e Marina Silva.
• As coligações e apoios serão importantes na montagem das candidaturas para as próximas eleições.
• Ciro Gomes pode ser considerado como a 3ª via nessas eleições, já que teremos Dilma Roussef defendendo as cores oficiais e José Serra representando a oposição.
• O apoio de Heloisa Helena é importante, ela chegou a patamares de 24% em pesquisas divulgadas em 2008, mas como não foi considerada nesta pesquisa não podemos mensurá-lo.
Imagem: http://brasoes.escudos.googlepages.com/brasil-brasao.jpg
Comentamos nesse blog a última pesquisa realizada sobre esse tema por esse instituto, em parceria com a CNT (Confederação Nacional do Transporte).
Nas simulações apresentadas pela pesquisa de setembro, José Serra atingia o máximo de 42,2%, Dilma Roussef 25,5%, Aécio Neves 19,5%, Heloisa Helena chega a 18%, Ciro Gomes a 12%, Marina Silva a 11,2%.
Agora, na pesquisa divulgada essa semana, José Serra atinge o máximo de 40,5%, Dilma Roussef 27,5%, Ciro Gomes 25%, Aécio Neves 20,7% e Marina Silva 10,4%. Considerando a margem de erro da pesquisa de 3%, o único dos postulantes ao cargo de Presidente da República que teve crescimento nas intenções de voto foi Ciro Gomes, já comentado nesse blog na pesquisa feita pelo IBOPE em parceria com a CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Essa pesquisa trouxe novas informações, que ainda não havia aparecido nos outros levantamentos feitos sobre as eleições do ano que vem.
Um deles é a transferência de votos do Presidente Lula, onde 51,7% afirmaram votar em um candidato que recebesse o seu apoio. Com esse percentual o candidato já venceria a eleição no 1º turno, mas ainda não está acontecendo com a candidatura que deve receber o apoio presidencial, de Dilma Roussef, que alcança o máximo de 27,5% das intenções de voto. É de 49,3% o índice de eleitores que não votariam no candidato que tivesse o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Outra informação interessante é a colocação das candidaturas a presidente e vice-presidente sendo apresentadas nas simulações. Na simulação onde aparecem apenas os nomes dos candidatos a presidente, José Serra obtém 31,8% das intenções de voto, Dilma Roussef 21,7%, Ciro Gomes 17,5%, Marina Silva 5,9% e há 23,1% de indecisos. Agora colocando José Serra e Aécio Neves como seu candidato a vice-presidente, a intenção de voto nesta chapa vai a 35,8%, Dilma Roussef e Michel Temer a 23,9%, Ciro Gomes e Carlos Lupi a 16,1% e Marina Silva com o vice Guilherme Leal chegam a 5,2%, os indecisos caem para 19%.
Vamos analisar a simulação com esses candidatos, considerando apenas os votos válidos, retirando os indecisos da conta. José Serra obtém 41,3%, José Serra/Aécio Neves 44,2%; Dilma Roussef chega a 28,2%, Dilma Roussef/Michel Temer a 29,5%; Ciro Gomes tem 22,7%, Ciro Gomes/Carlos Lupi 19,9% e Marina Silva 7,7%, Marina/Guilherme chegam a 6,4%.
Conclusões desta pesquisa:
• Ciro Gomes é o único dos candidatos que realmente teve crescimento nas intenções de voto, ao compararmos com a pesquisa anterior do mesmo instituto, apesar deste crescimento já ter surgido em outros levantamentos.
• O Presidente Lula é o melhor cabo eleitoral nessa eleição, mas Dilma Roussef ainda não transforma esse apoio em intenções de voto para sua candidatura.
• A chapa completa, presidente com seu respectivo e possível candidato a vice-presidente, diminui o número de indecisos e agrega votos às candidaturas José Serra e Dilma Roussef, e diminui os votos nas candidaturas Ciro Gomes e Marina Silva.
• As coligações e apoios serão importantes na montagem das candidaturas para as próximas eleições.
• Ciro Gomes pode ser considerado como a 3ª via nessas eleições, já que teremos Dilma Roussef defendendo as cores oficiais e José Serra representando a oposição.
• O apoio de Heloisa Helena é importante, ela chegou a patamares de 24% em pesquisas divulgadas em 2008, mas como não foi considerada nesta pesquisa não podemos mensurá-lo.
Imagem: http://brasoes.escudos.googlepages.com/brasil-brasao.jpg
Marcadores:
Brasil,
Eleições 2010,
Ibope,
Sensus
Assinar:
Postagens (Atom)















